Entre a depressão e o ódio.
Nunca fui nada, absolutamente nada para ti, ou não terias tanta facilidade em baixar os braços. Não queres, nem nunca quiseste saber de mim, e eu, parva como sou, continuo a querer saber de ti, a andar preocupada, a remoer-me por dentro, a tentar descobrir o que fiz eu de errado.
Sou forçada a dizer a mim mesma que não prestas, que és uma merda, numa tentativo desesperada de te ficar indiferente, mas não consigo...